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Olá amigos, antes de mais nada gostaria de me apresentar, o meu nome é Cristiano parceiro do ANMTV há algum tempo, principalmente com meu antigo blog, mas agora vou comentar sobre várias coisas aqui, principalmente sobre Tokusatsu.

Gostaria de falar da excelente série Kamen Rider decade, que é o Kamen Rider desse ano de 2009 no japão. Onde a série em um primeiro momento empolgou muito, caiu no meio e subiu no fim de novo.

A grande expectativa era que elementos dos riders originais fosse mais utilizados, nem que fosse o Kamen Rider Kiva e seu personagem original Wataru Kurenai fosse mais utilizado na série, talvez como um guia para o Tsukasa.

E a parte mais decepcionante para os fãs, é eles terem mudado a história completamente dos Riders anteriores, e também o fato do decade usá-los como brinquedinhos...

Mas levando em consideração que são riders alternativos, sendo assim riders mais fracos que os originais, até ta pra se relevar...

Algumas coisas que eu vou citar a seguir, podem ser consideradas spoilers, então leiam com cuidado... E outras são Spoilers mesmo, tanto do filme como dos últimos episódios da série. Se você não quer ler antes de acontecer... Não leia.

As melhores noticias sobre Decade surgiram na ultima semana, um boato quase confirmado da presença do verdadeiro Kamen Rider Agito no filme “All riders vs daishocker”, a estreia do filme em si nos cinemas japoneses rendendo o primeiro lugar na bilheteria, e principalmente... No preview do episódio 30 a presença de Kenzaki, o verdadeiro Kamen Rider Blade, foi a melhor coisa que aconteceu no episódio 29!!

E também a volta do personagem Minami Kotaro... interpretado pelo ator Tetsuo Kurata, muito conhecido pelos seus papéis em Kamen Rider Black e Black RX. Tanto na série quanto no filme. A ainda as possíveis volta do Agito e do Faiz original.

Além das vozes dos personagens originais no filme. Que só será lançado em dvd em Janeiro.

E óbvio... nos últimos episódios teremos Wataru Kurenai o verdadeiro Kamen Rider Kiva também volta no final. Eu digo óbvio, pq o mesmo apareceu no primeiro episódio.

A possível Kamen Rider Kivaraa. Que alguns já apostam que será a Natsumi.

Terminarei o meu primeiro post com uma homenagem ao Kamen Rider Black... HEN... SHIN!!!!

OBS: Claro que o título é uma alusão as frases do personagem Narutaki.

OBS 2: Em breve, comentários detalhados sobre o que na opinião de muitos, é o melhor Kamen Rider da nova geração, o Kamen Rider Kabuto... Que óbvio também tem muita gente que detesta...

É natural crianças gostarem de fortes emoções ao ligar um televisor, a mesma procura em desenhos animados uma forma de viajar para mundos distantes onde o bem prevalece sobre o mal. Com o passar do tempo desenvolvemos senso crítico, e vemos que até mesmo uma animação precisa de um contexto, e que a repetividade de antes não nos satisfaz. Notamos que para termos uma infância verdadeiramente feliz necessitamos adentrar no universo anime.

Em sua maioria o primeiro contato com animes é na televisão aberta, dai em diante é o início do fim, acreditamos que podemos andar em nuvens voadoras e armazenar poderes nas palmas de nossas mãos. Quando saímos do estado de frenezi é tarde demais, já nos encaramos verdadeiros otakus. Essa é a seleção natural de um verdadeiro otaku.

Adentrando no mundo otaku a sede de informação nos possui, saber cantar a música de abertura do anime em português não é o suficiente, precisamos cantar a música em japonês errado. O que já era ruim fica pior ainda, o interesse por música japonesa surge e queremos saber qual o nome da banda/artista que canta a abertura do nosso anime favorito. Quando notamos o nosso HD está lotado de música japonesa e música ocidental não faz mais sentido. Quando desenvolvemos a capacidade extraordinária de ir além das "animesongs", chegamos em um estágio avançado. Daí surge um verdadeiro afiquicionado por j-music.

Analisando a crescente aceitação das j-musics no Brasil, mentes visionárias acreditaram que o poder do amor poderia existir. Eis que surge um héroi. Várias bandas vieram prestigiar os fãs brasileiros.

Shows passados:

  • Charlotte - 10 e 11 de novembro de 2007
  • Miyavi - 3 e 24 de maio de 2008
  • TOSHI with T-EARTH - 12 outubro de 2008
  • Monoral - 6, 10, 12, 13 e 14 de dezembro 2008
  • Psychic Lover - 12 dezembro de 2008
  • L.M.C - 25 de janeiro de 2009
  • An Cafe - 5 de abril de 2009
  • Shi-no - 22 de abril de 2009
  • Kagrra - 10 e 11 de julho de 2009

Vale lembrar que já estiveram no Brasil cantores de temas de animes e tokusatsus tais como: Eizo Sakamoto, Hironobu Kageyama, Masaki Endo entre outros.

Próximos shows:

  • GPKISM - 12 e 13 de setembro 2009
  • Head Phones President - 12 de outubro
  • Miyavi - 13 de outubro
  • MUCC - À CONFIRMAR LOCAL E DATA

Não foram especificados os produtores dos eventos por não termos ligação com os mesmos. O texto tem carácter explicativo não divulgativo. Não seja alienado, conheçam o que escutam. Não interprete música japonesa como "a abertura do anime". Garanto que não se arrependeram!

Até a próxima,

dk3.

Madames, aqui estou eu novamente. Hoje, será um Top 10 que, imagino, dará pauta pra várias discussões, pois é um tema difícil de apresentar, dada a enorme quantidade de candidatos a figurar na lista.

Este Top 10 funcionará da seguinte forma: estarão aqui as 10 mortes que eu considero como as melhores E/OU mais marcantes. Não necessariamente, portanto, uma morte de tons épicos estará aqui, se a mesma for de um personagem secundário.


10 - Vegeta

Dragon Ball Z. Não sei por que, mas um “marco” dos animes, cuja característica é a de matar alguns personagens importantes, como o Vegeta. Saga Freeza. A melhor saga de Dragon Ball Z (onde cinco minutos são 10 episódios): muitos personagens saindo no tapa, num planeta longínquo, ultrapassando os... OITO MIL... digo os limites do Ki, através de transformações atrás de transformações.

Numa dessas lutas, o nosso carismático Vegeta, depois de apanhar um bocado do Freeza, caído sem forças, e pedir, chorando, para que Goku vingue o Planeta Vegeta, assim como os seus habitantes (numa das cenas mais pastelão da série), é atingido por Freeza, com um raio no peito, e morre, e, embora não tenha causado muita comoção em Goku (ou em mim), ver o Vegeta morrendo não é algo a ser jogado pela janela.

Por tudo que Vegeta representa pros fãs, e pela forma que morreu, bem como seus últimos momentos, Vegeta abre o meu top 10.


9 - “Família” de Shinta

Os OVAs de Rurouni Kenshin (ao menos os quatro primeiros) são recheados de violência, mortes e tragédias. E logo no início, já mostram o cartão de visitas: um grupo de ladrões matando a sangue frio o grupo de mercadores nômades, do qual o pequeno Shinta fazia parte.

As mulheres cobriam os olhos do garoto, para que não visse a carnificina que estava acontecendo ali, sem sucesso. Shinta viu cada membro de sua “família” sendo cruelmente asassinado. Os assassinatos acabam com a, aparentemente, pessoa mais próxima de Shinta tendo sua garganta atravessada pela espada de um dos bandidos.

Depois que havia sobrado apenas Shinta, Hiko aparece e mata os ladrões, dando início à saga de Kenshin Himura, Battousai, o Retalhador. Por iniciar uma das mais sensacionais histórias dos animes da forma que fez, as primeiras cenas do OVA 1 de Rurouni Kenshin ganham um lugar no meu disputadíssimo Top 10.


8 - Higurashi


Sinceramente, eu nunca assisti esse tal Higurashi. Mas, outro dia, um amigo me apresentou algumas cenas desse insano anime, e me inspirou a criar esse top 10.

Boa parte das cenas de Higurashi são... absolutamente insanas; envolvendo idosos em cadeiras de rodas sendo chicoteados, suicídios (uma das cenas envolve um menina batendo a cabeça contra a ponta de uma faca repetidas vezes), assassinatos brutais envolvendo meninas golpeando meninas com um cano de aço até a morte, torturas e etc.

Higurashi não entra aqui por uma cena isolada, mas pelo conjunto. Acreditem: Higurashi é insano. Talvez o mais violento dos animes. Se vocês são otakus sádicos que gostam de ver muito sangue, e cenas traumáticas, então esse anime é obrigatório.


7 - Nina


Após (ou antes, dependendo de que série você está assistindo) o exame de Alquimista Federal, Ed e Al se hospedam por um tempo na casa de Shou Tucker. Shou é o Alquimista Federal da Trama Vital, e vive com sua pequena filha, Nina, e um cachorro - Alexander; e num primeiro momento mostrou ser um bom sujeito.

Porém, conforme o tempo passa, Tucker mostra quem é de fato. Ele conseguiu o título de Alquimista Federal ao transmutar uma quimera que entende a fala humana. O que nos é revelado mais tarde é que um dos “ingredientes” da tal quimera foi... sua própria esposa. O teste anual está chegando, e Tucker precisa de outra quimera para manter seu título, e... bem, Tucker tem a sua disposição uma criança de uns 6 anos e um cachorro.

Após determinados acontecimentos, a quimera foge pra um beco, onde estava Scar - assassino de alquimistas federais. Scar explode, de dentro pra fora, a criatura (ou a quimera e o pai, dependendo da série que você assiste), causando enorme comoção em Edward. Nina criou laços fortes com os irmãos Elric, que ficaram totalmente abalados com a morte dela. Mas, como prêmio de consolação, ganha o sétimo lugar.


6 - Athena


Não é necessário ser nenhum sádico canalha pra lavar a alma agora. Depois de incansáveis tentativas dos vilões, que aplicam verdadeiras surras nos Cavaleiros de Athena - e perdem logo depois, por causa do maldito sétimo sentido - finalmente conseguem matar a Deusa Athena. E olha que não faltaram meios: flecha no coração, frio, torre inundando... Até que, na Saga de Hades, conseguem matar a guria. Saga, Camus e Máscara da Morte percorrem as 12 casas, e, com a mesma adaga usada por Ares na tentativa de matar Saori, ainda bebê, a assassinam (sim, eu sei que NÃO era a mesma adaga, mas isso dava um tom mais nostálgico à série), desesperando os Cavaleiros de Athena.

Por nos fazer comemorar a morte de um protagonista sem nos fazer parecermos sádicos cretinos e diabólicos, Seiya chora com minha sexta posição.


5 - Spike Spiegel


Cowboy Bebop foi um excelente anime. Não deixou a desejar em quase nada. Principalmente em seu final, que muita gente não esperava, pois a série nunca deu pistas de que caminharia para isso da forma que aconteceu.

A última parte de Cowboy Bebop mostra Spike, caçador de recompensas, numa luta contra Vicious, seu antigo parceiro no sindicato do crime, e com a cabeça a prêmio. Uma vez que Spike largava tudo quando mencionavam o nome de seu ex-colega, era previsível um confronto. As cenas de luta são ótimas, num cenário deveras interessante. Mas o caso é que, após a empolgante luta, Vicious é derrotado, deixando Spike muito ferido; e ao descer a grade escadaria do prédio onde lutara, Spike relembra de alguns momentos de sua vida e cai morto, numa atmosfera de morte envolvente como pouco se vê nos animes de hoje.

Cowboy Bebop deixa a mensagem, através de uma ótima história, e um ótimo final (o que é raríssimo hoje em dia) de que nem tudo sai como queremos. Quinto lugar para Spike Spiegel.


4 - Tomoe

Quando Kenshin ainda era conhecido como Battousai, ele assassinou um homem (se não me engano, chamado Kiyoshiro), que fazia parte daquilo que os nobres da Restauração denominavam “rebeldes”. Até aí, seria apenas mais um pra extensa lista de presuntos de Kenshin. Seria. Só que o rapaz deixou um corte no rosto de Kenshin. Um corte que não parava de sangrar, pois o rapaz estava para se casar com Tomoe Yukishiro (“uma cicatriz de rancor nunca fecha”).

Quis o destino... melhor, quis o roteiro, que Tomoe e Kenshin criassem um relacionamento praticamente amoroso; o que era uma péssima idéia, uma vez que Kenshin lidava com a vida e a morte quase todo dia. Numa dessas situações (e, pra resumir a história) Kenshin estava numa peleja com um sujeito, que chantageava Tomoe até então, fazendo com que ela levasse Kenshin (debilitado) até ele.

Sentindo-se culpada, Tomoe entra no meio da luta, quando Kenshin, em tese, aplicaria o golpe final no oponente. O resultado disso: Tomoe é mortalmente ferida por Kenshin, e, como presente, deixa um corte na mesma região onde seu ex-noivo havia, formando o famigerado X no rosto do, agora, ex-retalhador. Por ser morta pelo homem que aprendeu a amar, e o fazer desistir da vida de Retalhador, Tomoe fica no quarto lugar.


3 - Asuka

Evangelion é um anime subjetivo, (e não Death Note, seus parlapatões). Até nas mortes a gente nota uma subjetividade sem tamanho.

Imaginem a cena: Asuka, sozinha lutando contra vários inimigos (com a inscrição EVA no peito), que aparentam serem anjos. E imaginem que ela sentou a mão em todos eles, e os derrotou. Imaginaram? Ótimo, agora esqueçam a parte em que ela os derrota. Porque o bando se regenera, e contra-ataca.

O ataque começa com um dos... pombos monstruosos lançando contra Asuka algo semelhante à Lança de Longinus, que não só atravessa o campo AT de Asuka, como a acerta. Na cara. Com uma lança atravessada no olho, fica fácil. Os monstros aplicam uma surra na Asuka, desmembrando o Evangelion da mesma, como pombos com um pedaço de pão. Depois de cair, levantar a mão para o alto, e falar várias vezes “eu te mato, eu te mato”, o braço levantado de Asuka se rompe... verticalmente, e em seguida, o que sobrou dela e do Eva são atravessados por várias lanças, matando-a.

A cena é linda. Épica. Marcante. Como Evangelion é (ou deveria ser, uma vez que a cena é do “filme” End of Evangelion). O que garante a abertura do pódio. Pra falar a verdade, essa só não é a primeira, porque na frente dela estão...


2 - Kenshin

Rurouni Kenshin é tão fantástico, que garantiu 3 lugares neste Top 10. E o melhor lugar dos 3 vai para a morte do protagonista Kenshin Himura.

A morte de Tomoe não passou em branco. Ela tinha um irmão - Enishi - que, depois de matar os pais adotivos, foi treinar Wattoujutsu para derrotar o Battoujutsu de Kenshin, obviamente, sem sucesso. Kenshin venceu a luta, e nada mais lhe passava pela cabeça, a não ser voltar a reencontrar com Kaoru, e deixar que o destino (e a doença) se encarregassem dele. E assim foi feito. Totalmente exausto da luta e da viagem, e fraco por causa da doença, Kenshin vê Kaoru pela última vez, e dorme em seu colo...

Igualmente épico, igualmente marcante, igualmente sensacional, igualmente merecedor da primeira posição, e só não a obteve, porque os critérios são meus, e na primeira colocação não poderia deixar de estar...


1 - Maes Hughes

FullMetal Alchemist possui algumas cenas e tramas sensacionais. Foi assim com a história dos irmãos Elric, com a morte da pequena Nina, e mais ainda com a morte do, agora Coronel de Brigada, Maes Hughes.

Depois de muita investigação, Hughes adquiriu informações importantes sobre os eventos de Ishbal, quinto laboratório e sobre os homúnculos. E como seu objetivo era fazer com que Roy Mustang chegasse ao posto de Marechal, Hughes tratou de entrar em contato rapidamente com o amigo. Porém, os homúnculos também souberam, e Lust perseguiu Hughes, que chegou a atrasá-la. Mas, dentro de uma cabine telefônica, do lado de fora, Envy revela-se para o até então Sargento (Envy o ajudou na fuga, disfarçando-se de Maria Ross), depois que o mesmo notou uma falha no seu disfarce.

Envy toma, então, a forma da esposa de Hughes, e, com uma bala quase à queima-roupa, assassina o Sargento. A cena da morte já é bastante perturbadora, mas o pior (ou o melhor, já que essa morte venceu no Top 10) foi a cena do enterro: uma atmosfera de luto criada quase à perfeição, que culminou com o choro de Elysia (filha de Hughes, de 3 anos), que gritava: “mamãe, porque estão enterrando o papai? Assim ele não vai poder trabalhar... não deixa mamãe!!”.

Fantástico. E só resta declarar que a morte de Maes Hughes subiu mais alto no Top 10 do Crítico.


Crianças: algumas considerações a fazer:

Eu sei que algumas mortes deveriam estar na lista (Wolfwood, Rem - de Trigun, algumas mortes de Gantz, a morte da Rei Ayanami, até a morte de Raito Yagami poderia figurar aqui), mas eu preferi optar, por dois critérios: se a morte teve requintes de crueldade, se foi um fato muito marcante, e como contribuiu pro andamento da história, bem como seus efeitos em quem assiste. Quando eu criar um Top 10 de “fatos que me deixaram feliz”, eu garanto a morte de Raito na primeira colocação, com medalha de ouro, hino nacional e tal.

Segundo: eu não pretendo fazer outro Top 10 tão cedo. Talvez, no máximo um top 5. Pois isso exige um tempo do qual eu não poderei mais usufruir. O que nos leva ao meu velho pedido: temas. Mas não adianta pedir “ah, fala de One Piece, de YuYu Hakusho, e tal...” porque são dois bons títulos, e eu prefiro falar dos ruins. Me surpreendam, molóides.

Terceiro: assistam a essas cenas no Youtube. Lendo, não dá o impacto necessário pra vocês terem noção de como foram as mortes. Boa parte desse Top 10 pode ser encontrada no Youtube.

Por fim, comentem O TEXTO. Elogiem ou critiquem o texto, e não a mente superior que o escreveu. Se vocês querem discutir diretamente comigo, meu msn está no fim da matéria.

Passar bem,

O Crítico
critico_anmtv@hotmail.com

Análise da estreia de Fate/Stay Night no Animax

Por Denys Fantasma Almeida - Gyabbo! | 8/12/2009 01:00:00 AM | , , ,

Olá a todos! Primeiramente gostaria de me apresentar; me chamo Denys FantasmaAlmeida e sou de Manaus, Amazonas. Estou aqui no ANMTV com essa primeira matéria para saber se continuo escrevendo para o site ou não. Nesta matéria farei uma análise da estréia do anime Fate/Stay Night no Animax que aconteceu nessa sexta-feira (07/08), às 22h.

Fate/Stay Night é um anime de 2006, feito pelo estúdio DEEN, baseado em uma adult visual novel de grande sucesso e de mesmo nome da companhia de jogos TYPE-MOON. A história gira em torno de uma guerra conhecida como Seihai Sensou que ocorre na cidade de Fuyuki, onde sete magos e seus respectivos servos lutam em busca do cálice sagrado, dando ao vencedor o direito de um desejo. Emiya Shirou, o protagonista, apesar de ser o filho adotivo de um grande Mago, Kiritsugu Emiya, não possui grandes habilidades em magia, mas acaba por entrar na guerra, invocando um dos servos mais poderosas, a guerreira Saber.

Agora vamos por partes, primeiramente vou analisar a exibição feita pelo Animax. O horário escolhido me parece ser uma ótima escolha, não chega a ser tão tarde, como fazia o Cartoon Network com seus animes, permitindo que as pessoas possam assistir sem virarem zumbis no dia seguinte, e nem tão cedo para um anime violento e com insinuações sexuais, como é Fate. Porém, se o horário foi um ponto positivo, as coisas param por aí, infelizmente.

Das quatro estréias recentes do Animax, Fate com certeza era a maior e merecia uma grande atenção, o que definitivamente não aconteceu. Na volta do comercial após a exibição da abertura, a mesma foi exibida novamente quase totalmente, sem nenhum sentido. Se as coisas já estavam estranhas depois disso, elas ficariam ainda pior. Um pouco antes da metade do episódio, o canal fez um corte abrupto, cortando um minuto de animação. Nesse minuto cortado tivemos simplesmente a apresentação da personagem Rin Tohsaka, umas das principais, o que certamente deixará tudo mais confuso nos próximos episódios quando o relacionamento dos personagens se desenvolver.


Em se tratando da tradução e dublagem feita pelo estúdio Álamo, as coisas não melhoraram muito, mas o que esperar de um estúdio que acha que o nome do anime é "Fate: Stay at Night" ? No início do episódio somos apresentados com uma bela apresentação de gritos, muito bem dublados, algo surpreendente, já que a dublagem brasileira sempre falhou em gritos. O elenco escolhido, com dubladores desconhecidos, é bem instável, indo da ótima dublagem na personagem Taiga Fujimura, à péssima dublagem da personagem Rin Tohsaka, com uma voz rouca, nada parecida com a original mais fina. Além de Taiga, outros personagens bem dublados foram Archer e Sakura, mantendo os tons originais. Quanto ao protagonista, Emiya Shirou, é difícil dizer, apesar da voz ter um tom diferente da original, ela combina com a personagem, mas falha na interpretação, ficando na média.

Enquanto a dublagem em si variou muito, a tradução e adaptação realizada teve um nível muito baixo. A discussão não é nova, mas se tratando de uma dublagem visando a tv a cabo, não é possível compreender a tradução de termos em inglês. Acredito que a tradução deve ser realizada apenas na língua principal da obra, afinal, se os criadores entenderam que certos termos e frases deveriam ficar em uma língua diferente da principal, assim devia seguir as outras dublagens. Infelizmente isso não acontece, e temos que ouvir coisas como "Castor". A grande apreensão fica por conta do nome da protagonista, se Saber virará Sabre, o que seria ridículo (sem contar outros personagens que levam nomes em inglês).

Para piorar a situação, Fate/Stay Night possui passagens em alemão e inglês que, se traduzidas, perderiam a sensação das cenas originais. Além disso, conseguiram inventar um apelido inexistente para o protagonista ao tentarem adaptar o termo "senpai". O termo não tem uma adaptação direta, sendo semelhante a "veterano", mas com um sentido levemente diferente, mas a adaptação não só criou algo que não existia no original, como tirou o sentido desse tratamento. O que é mais estranho é que esse termo não substitui "senpai" em todos os momentos, ficando impossível entender a ideia do estúdio por trás disso.

Se o canal Animax pretendia ganhar um ar renovado com suas recentes estréias, Fate/Stay Night, com certeza, não conseguiu fazer isso e também trará o rancor dos fãs mais sensíveis. Não que não valha a pena acompanhar essa série, que é ótima, mas espero que os erros apresentados sejam consertados pelo canal e que a dublagem tenha crescido com o passar dos episódios.

Bem, me despeço por aqui, espero que tenham gostado desta matéria, fico no aguardo por comentários, tanto sobre a matéria, mas principalmente sobre a estreia de Fate. E em breve estarei de volta com novos temas.

See ya!

Crianças, crianças. Hoje eu venho com uma nova idéia: o Top 10 do Crítico, que funcionará (ou não) da seguinte forma: um tema amplo, desmembrado e avaliado hierarquicamente, de acordo com os MEUS CRITÉRIOS. Então, se você vai concordar ou discordar da lista, sinta-se livre. Pra começar com o pé direito, os 10 melhores Kamen Riders da nova era. E sim: eu sei que, de Kuuga até Decade, existem só 10 Riders...

10 - Kamen Rider Kuuga
: O primeiro Kamen Rider da era Heisei. E, até agora, o piorzinho. Apesar dos roteiros da série Kamen Rider serem manjadíssimos, nós nunca nos enjoamos. Entretanto, alguma hora, errariam a mão; e aí, surge Kamen Rider Kuuga. A tribo Grongi, há muito, muito tempo atrás aterrorizou os Rinto, até um guerreiro chamado Kuuga combatê-los, e lacrá-los numa caverna. Eis que, um dia, Yusuke Godai se encontra conectado, de alguma forma, com um cinto petrificado durante uma escavação nessa caverna, ao mesmo tempo em que os Grongi ressuscitam e iniciam seus " jogos " mortais usando os descendentes dos Rinto, ou seja, sobre os bons e velhos seres humanos. A luta vai se desenrolando daquele jeito: Kuuga contra os Grongi, descobrindo novos poderes (ou "formas"), até o fim, quando Yusuke fica sabendo de uma terrível revelação envolvendo Kuuga e o líder Grongi.

Tecnicamente, Kuuga não possui efeitos tão bacanas, e o design dos Grongi é bem parecido com os monstros de Kamen Rider Amazon, Black e Black RX. Os personagens não são lá muito carismáticos, e Kuuga não consegue o mesmo feito de outros Kamen Riders: obter a atenção do espectador, mesmo com o enredo manjado.
Então, eu aconselho vocês assistirem os Kamen Riders a partir do número 9, porque as coisas começam a ficar mais interessantes.


9 - Kamen Rider Agito: Shouichi Tsugami sofre de amnésia (o que é um dos clichês básicos dos personagens principais agraciados com algum tipo de poder sobrenatural): não sabe quem é, de onde veio, ou desde quando sofre de amnésia, e o mais legal é que ele se transforma em Agito, aparentemente sem razão clara, sem saber o porque. Enfim... o caso é que Shouichi luta contra os "Unknown" (entendam: faltou criatividade pra nomear a raça de monstros), que são uma raça de criaturas assassinas que causam o caos em Tóquio.

E não há nenhuma razão aparente (reencarnações, lutas em vidas passadas, vinganças... nada); as lutas simplesmente acontecem, e pronto. (se não gostou, pega eu, sacaram ?)
Algumas coisas chamam a atenção em KR Agito. A começar pelo fato de que é a primeira série a apresentar, nela mesma, 3 tipo de Riders: um Rider místico, um orgânico e um mecânico.Em segundo lugar, os designs dos Riders e dos Unknows são bem interessantes, e utilizam bem a capacidade dos efeitos especiais (na verdade, Agito lembra muito Kuuga, com algumas diferenças cruciais, que só vendo), inclusive nas várias formas que Agito assume com o decorrer das lutas. Os personagens não são os mais carismáticos que existem, mas é o suficiente pra você se sentir mal se um deles morre, por exemplo. Assistam alguns vídeos de Agito no Youtube. Vocês, por algum motivo, se sentirão tentados a assistir, e eu sugiro que não resistam à essa tentação, porque Agito é o prenúncio dos bons Riders que viriam a partir daí.


8 - Kamen Rider Kabuto:
A história gira em torno de um sujeito enjoado chamado Souji Tendou, que treinou durante alguns anos, só esperando o Kabuto Zecter (Zecter são os artefatos que compõem o Rider System), para que, assim, assuma a forma de Kamen Rider Kabuto e, advinhem, lutar contra monstros (os Worms)e, por tabela, adivinhem de novo, salvar Tóquio. E ainda tem Arata Kagami, que pensou que seria o escolhido para ser Kabuto. Passa um bom tempo ao lado de Tendou, tentando lutar, mas sem sucesso; mais tarde, Kagami se torna Kamen Rider Gatack, e passa a lutar junto com Tendou.

Kabuto possui uma história bem simples, e conseguiu me fazer ficar com raiva do personagem principal, de tão chato que ele é. (tudo pra ele é um ensinamento da vovó, e não são raras as vezes em que Tendou aponta por céu e diz: " como vovó disse uma vez... " e solta uma frase filosófica entediante) Na verdade, eu pensei muito sobre se Kabuto ou Agito deveriam estar em oitavo. Decidi por Kabuto porque ele traz algumas inovações interessantes.
KR Kabuto é o primeiro que conta com mais de 3 Riders. (Kabuto, The Bee, Drake, Sasword, Gatack, Kick Hopper, Punch Hopper e Dark Kabuto) Além disso, Kabuto trouxe uma habilidade que mais tarde seria até adaptada em KR Faiz: o Clock Up, que o faz se mover, durante alguns segundos, com tanta velocidade quanto os Worms. Depois de bater um pouquinho nos Worms durante o Clock Up, Kabuto encerra o assalto com o já famigerado Rider Kick. Fora isso, Kamen Rider Kabuto usou com excelência os efeitos especiais e recursos técnicos, e as armaduras Riders, bem como os Worms foram muito bem feitos. Apesar disso, vocês não perderiam nada não assistindo.


7 - Kamen Rider Ryuuki: Gosta de Kamen Rider ? Então você vai gostar de Ryuuki, pois nesse KR aparecem vários deles. Há 13 anos, 13 Advent Cards (cartões que os Riders utilizam para ataque e defesa) foram criados para 13 Kamen Riders (e não, Zagallo não patrocinou esta série). Os Riders fazem contratos com monstros do Mundo do Espelho (inédito: Riders e monstros NÃO saindo no tapa), que é uma dimensão paralela oposta à nossa nas quais só os Riders podem existir. Mas a parte mais legal é essa: o criador dos Advent Cards impôs somente uma regra. Essa regra é simples: só pode existir UM Kamen Rider; os outros devem ser destruídos. Inicia-se a Guerra Rider, cujo vencedor terá direito a um desejo. Em Tóquio, pessoas estão desaparecendo sem motivo. Durante investigações desses incidentes, Shinji Kido, repórter, encontra um dos Advent Cards dentro de um apartamento coberto por jornais. Logo, Kido é sugado, através de um espelho, para o mundo homônimo, descobrindo sobre os desaparecimentos: monstros puxando as pessoas para o Mundo Espelho para se alimentarem. Quando Shinji estava para ser morto por um Dragão, é salvo por Ren Akiyama, o Kamen Rider Knight, que quer vencer a Guerra Rider a qualquer custo. Ren é visto junto de Yui Kenzaki, que procura por seu irmão, Shiro.

Vendo a força de Ren, Shinji decide entrar na Guerra, com o objetivo de salvar as pessoas dos monstros; e para isso, forma um contrato com o mesmo dragão que outrora tentou matá-lo: o Dragreder. Dessa forma, Kido se torna Kamen Rider Ryuuki.
Ryuuki possui uma das histórias mais adultas de todos os KR. Shinji descobrirá que sacrifícios são necessários; que é preciso lutar para parar algumas lutas, e que, no fim, só poderá existir 1 Rider...A história por si só já é motivo para você ver Kamen Rider Ryuuki. Mas não espere efeitos pomposos, nem nada parecido. (se você, assim como eu, gosta de ver efeitos especiais nas transformações dos Riders, esqueça) E, convenhamos, a idéia de uma Guerra Rider é bastante atrativa. Os Riders são bem feitos, os monstros foram caprichados, sequencias de batalhas bem interessantes... enfim, Ryuuki merece um pouco do seu tempo. PS: os Riders que aparecem em Ryuuki são: Ryuuki, Knight, Zolda, Scissors, Raia, Gai, Ohja, Tiger, Imperer, Femme, Ryuuga (um Ryuuki negro), Verde e Odin.


6 - Kamen Rider Hibiki
: Talvez o mais original dos Riders Heisei. A mistura de duas das coisas que eu mais gosto: Kamen Rider e música. O foco da história é a relação mestre-aluno, principalmente entre Adachi Asumu e o Oni Hibiki. Asumu é um jovem inseguro, e um tanto imaturo quanto à vida. Com o passar da série, ele aprende a ser adulto observando Hibiki e os outros Oni (Oni são os Kamen Riders em Hibiki). Em segundo plano, claro, as lutas. Aqui os antagonistas são chamados de Makamous. O interessante é que estes Makamous só podem ser destruídos pelo " som puro ". É esta é a arma dos Oni: a música. Cada Rider possui um instrumento, nos quais seus ataques se baseiam. Hibiki, por exemplo, é uma referência ao Taiko, aqueles tambores orientais. Suas armas são as baquetas utilizadas para tocar os tambores. Mas há uma variedade de instrumentos utilizados em KR Hibiki, desde guitarra até um triângulo gigante. Tudo isso contribui para a boa qualidade de Hibiki. Os efeitos e a parte técnica não deixam a desejar, e ainda há uma outra inovação: os Oni mudam. Ou seja: os Riders não serão os mesmo até o final. A relação mestre-aluno de fato desagua na " graduação " dos pupilos, ou seja, eles se tornam os Oni pelos quais foram treinados. Hibiki é mais um ótimo título Kamen Rider, que deve ser assistido pelos fãs.


5 - Kamen Rider Blade: Seguindo a linha de idéias novas para os Riders, temos Blade, cujas roupas, artefatos, e termos são baseados em... cartas de baralho. [narrador da sessão da tarde] E não ouse trucar com essa turminha do barulho [/narrador da sessão da tarde] (sim, eu PRECISAVA fazer uma alusão ao Truco em Blade, do contrário, eu não teria outra oportunidade ). 10.000 anos atrás, além do nascimento de Raul Seixas, ocorria uma Batalha Real entre 52 Undeads (agora contem quantas cartas há no baralho). O vencedor da peleja foi o Human Undead, conhecido como Dois de Copas; assim, a humanidade ganhou o domínio do Planeta Terra. Nos dias atuais, um grupo de arqueólogos descobriu e liberou acidentalmente os Undeads, dando início a outra Batalha Real, e à história de Kamen Rider Blade.

A Organização BOARD desenvolveu o Rider System, e os equipou em Kazuma Kenzaki (Blade) e Sakuya Tachibana (Garren), com o objetivo de proteger os humanos, e selar os Undeads. Mais tarde, aparecem dois Riders que também combatem os Undeads: Chalice, cujos objetivos são desconhecidos, e Leangle, que busca se libertar do controle os Undeads, usando um Ruder System baseado nos Undeads. Na verdade, muitos consideram Blade a segunda melhor série da era Heisei, por causa do excelente desenvolvimento (a partir do décimo episódio, mais ou menos) que deixa a história muito mais clara e interessante. Antes disso, a história chega a ser meio confusa, quase um desafio aos espectadores. Mas, pra quem aguentou ver os lendários fillers de Naruto (e até agora não foi recompensado por isso), 10 episódios de Blade são fichinha. Quanto à parte técnica, Blade é muito bonito, com muitas luzes, efeitos e sequências de luta muito bem explorados, deixando a série mais agradável.


4 - Kamen Rider Kiva: História de terror, versão Kamen Rider. Tudo em Kiva é baseado em elementos de histórias de terror (a base do Kiva, por exemplo, é um castelo monstro). E algo muito interessante em Kiva é que a história se passa em dois tempos distintos: 2008 e 1986 (e olha... os Riders da era Showa de 1986 perderiam fácil pros Riders de 1986 mostrados em Kiva). Falando em história, ela começa 22 anos depois do desaparecimento do pai de Wataru Kurenai, que vive numa espécie que " casa mal-assombrada ". O rapaz é destinado a se tornar Kamen Rider Kiva, para - surpresa - lutar contra monstros, aqui chamados de Fangire (que nada mais são do que monstros sugadores de energia humana). Conforme a história vai avançando, Kiva terá de lidar com Kamen Rider Ixa, que é parte duma organização que visa a destruição dos Fangires, bem como um Rider Fangire - Kamen Rider Saga.

A interação entre 2008 e 1986 vai revelando, aos poucos a ligação entre Kiva, a raça Fangire e o pai de Wataru.
Ainda sobre os elementos de terror, Kiva é baseado num vampiro, e possui 3 formas básicas: Garuru Saber (lobisomem), Bassha Magnum (um monstro esquisito que eu ainda não identifiquei) e Dogga Hammer (Frankenstein). E outro fato interessante é a transformação de Wataru em Kiva, que envolve a mordida do morcego Kivat. Kiva possui um dos melhores recursos técnicos de todos os Kamen Riders, com efeitos bem trabalhados, bem distribuídos, sem exagero; e o toque " sombrio " da série é fantástico. Kamen Rider Kiva é, sem dúvida, algo que DEVE ser visto.


3 - Kamen Rider Faiz: E o lugar mais baixo do pódio vai para Kamen Rider Faiz, ou 555, número que Takumi Inui digita no celular para se transformar em Faiz. A Corporação Smart Brain está em busca da dominação mundial, e para isso usará os Orphnochs (o estágio seguinte da evolução humana); e os usará da seguinte forma: criando 3 Riders Systems (Faiz, Delta e Kaixa), que não podem ser usados por humanos sem que eles sofram alterações genéticas e morram. O objetivo por trás dos Rider Systems é a defesa do Rei Orphnoch, o qual pode detectar e arrumar qualquer DNA Orphnoch que cause a quebra da estrutura genética. Hanagata, o Goat Orphnoch e Presidente da Smart Brain, rouba os Rider Systems, e manda-os para seus " Ryuseiji ", para que eles parem os Orphnoch, impedindo-os de alcançar seus objetivos; e aí entra, não por vontade própria, Takumi Inui, que se torna alvo da Smart Brain em busca da recuperação da Faiz Gear, e lutará pela sobrevivência da raça humana... e pela sobrevivência dos Orphnochs que decidiram conviver com os humanos, ao invés de matá-los. Se você perguntar pros fãs de Kamen Rider, a maioria dirá que Faiz é a melhor série de todas, tanto pelo desenvolvimento da história, quanto pela parte técnica. Mas como eu não costumo pensar como a maioria, eu deixo Faiz em terceiro, por motivos que serão explicados quando eu falar sobre os dois primeiros lugares. Entretanto, Kamen RIder 555 é uma excelente série. Eu "agarantio".


2 - Kamen Rider Den-O: Me dói deixar Den-O em segundo, mas depois do último episódio que assisti do primeiro lugar, me senti na obrigação de deixar Den-O em segundo. Nogami Ryoutarou é um jovem muito azarado que, depois de apanhar de um grupo de sujeitos mal encarados, encontra uma espécie de " passe ", e as coisas começam a ficar estranhas quando aparecem uma garota dentro de um enorme trem-bala viajante do tempo, e um monstro chamado Imagin que possui Ryoutarou (e as possessões de Ryoutarou costumam ser engraçadíssimas). Ryoutarou utiliza o passe para se transformar em Kamen Rider Den-O. E ainda, usa os Imagins para alterar sua forma: Momotaros, Urataros, Kintaros e Ryuutaros (espada, vara, machado e pistola).

Cada Imagin possui uma personalidade própria, e, ao possuir Ryoutarou, mantém sua personalidade. As cenas de possesão do Momotaros, por exemplo, são engraçadas, pois Momo é um Imagin esquentadinho, cabeça-dura, e chegado numa briga, enquanto Urataros é um mulherengo manipulador; Kintaros é uma espécie de samurai muito forte e... narcoléptico, e Ryuutaros é uma criança mimada que gosta de dançar.
A luta de Den-O é contra os Imagins, seres vindos o futuro, que objetivam mudar o passado, concedendo desejo às pessoas, e entrando no passado delas após o contrato ser cumprido. E, com o decorrer da série, os objetivos se tornam mais claros: todos eles envolvendo uma pessoa conhecida como Ponto de Junção, que conectaria os tempos. KR Den-O é, pra mim melhor série até agora. A história é forte, os personagens são carismáticos, os efeitos bem trabalhados, designs bem feitos, e uma dose de comédia na media certa (as cenas com os Imagins de Ryoutarou e com o Owner do Den Liner são impagáveis. Inclusive, assistam no YouTube o vídeo da cena do treinamento de defesa: Sword Grabbing Den-O. É sensacional) Kamen Rider Den-O é uma excelente pedida. Claro que, por ter 49 episódios, nem todos são úteis, mas não atrapalha demais. Assistam (isso é uma ordem).


1 - Kamen Rider Decade: O mais atual Rider em exibição. E, talvez, o melhor; mas isso é algo que vocês concluirão por conta própria. Kadoya Tsukasa é outro protagonista que sofre de amnésia. Ele vive num estúdio de fotografia, junto com Natsumi e seu avô, e, mais tarde, Yusuke (Kamen Rider Kuuga) e Kivaala. A história gira em torno de 9 (que, mais tarde se tornam 10, 11...) mundos - cada mundo de um dos Riders anteriores - e a aparentemente destruição deles, com a chegada de Kamen Rider Decade. Tsukasa viajará por cada um dos mundos, cumprindo determinados objetivos, e usando os poderes de todos os Riders para ajudar a lutar contra os Imagins, Fangires, Unkowns, e o que mais vier. Com o tempo, surge Kaitou Daiki, o Kamen Rider Diend, que quer apenas roubar artefatos preciosos dos mundos por onde passa, sendo impedido, mesmo que sem querer, por Tsukasa. Decade ainda está em exibição, mas já acessível pra nós.

É uma série muito boa, efeitos e parte técnica muito bons, personagens carismáticos (o Yusuke/Kuuga de Decade é mais carismático que o Yusuke/Kuuga " original "), mas o que colocou Decade no meu primeiro lugar foi o episódio 26: Kamen Rider Black RX. Ver Minami Kotarou fazer aquelas poses bichísticas, se transformar em RX, e exclamar " Eu sou o filho do Sol! " fez correr do meu olho uma lágrima nostágica solitária, e me submeti a por Decade em primeiro lugar. Mas, mesmo sem RX, Decade continua sendo uma excelente série, e ainda tem Kamen Rider Black no episódio 27, e Aaaaamaaaaaazooooooooooon no 28. (eu acho que repetições da mesma letra numa palavra é coisa de viado, mas quem conhece Amazon sabe que não há outro meio de se referir à ele de outra forma)
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Em resumo: nós, saudosistas, somos OBRIGADOS a assistir Decade. Ver Black, Black RX e Amazon de novo é algo sensacional. (em tempo: vocês fãs da linha " odeio o Brasil ", não assistam o episódio 28, porque Amazon é nipo-brasileiro. E, lógico, é o Rider mais carniceiro de todos. )
Bom, é isso, senhores. O primeiro Top 10 do Crítico. Demorei pra fazer, então façam o favor de ler até o final, e assistam os vídeos no YouTube para terem uma idéia mais ou menos de como é cada Rider, e escolham o que mais agradar vocês.


Passar bem,

O Crítico.
critico_anmtv@hotmail.com