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Panini/Planet Manga na Fest Comix

Por Sr. Cassiano | 3/11/2008 02:40:00 PM | ,

A palestra se iniciou no dia 08 de março, às 17:30 com Beth Kodama e Elza Keiko (inicialmente seria apenas com a Beth, mas ela convidou a Elza para dividir as respostas). Após se apresentarem, e deixar claro que trabalham com a produção de mangás, e não com setores comerciais (marketing, que realizam as contratações) ou gráfica. A primeira pergunta feita foi sobre como os mangás são recebidos para começarem a produção.

Podem ser em três modos: o mangá inteiro é desmanchado e é scanneado pelo pessoal do PM, depois as imagens digitais são limpas (para retirar a coloração natural do mangá; quem mexe com scantradução sabe como é esse processo) depois iniciar a edição, retirada de textos e letreiramento: ou já vêm scanneadas e limpas, em CD, arquivo BitMap de formatos diversos, mas com todos os textos originais: e o terceiro modo: apenas em angel sanctuary, e peach girl que é em fotolito, uma transparencia incolor onde para retirar os textos originais é necessário raspar o material, e escrever à mão os novos textos. A segunda pergunta foi sobre o cancelamento de Peach Girl e Éden:

De inicio a Beth respondeu que no caso Peach, o erro agravante foi como o mangá foi concebido, não existia divisão de mangás, quem editava Éden e Peach Girl era o pessoal que trabalhava com a DC Comics, ou seja, pegaram mangás mais underground (para um publico mais recluso) e editaram para um outro público, falou tambem da retomada, o mangá foi retomado, os volumes 25 e 26 foram lançados, e o pessoal da produção continuou normalmente com ele; as edições 27 e 28 de PG, e as edições 23 e 24 de eden já estavam na gráfica quando ficaram sabendo por causa da nota divulgada no site que os dois foram interrompidos "porque vendiam pouco"; até aquele momento não sabiam o porque tanto atraso.

A resposta do porque cancelou novamente foi a seguinte: a Panini do Brasil já havia se "redimido" ao mangá por causa de todo alvoroço dos fãs (milhares de e-mails, petições, abaixo assinados, protestos etc); já haviam conseguido a licença para trabalhar com o material (o que não foi fácil, já que já haviam cancelado uma vez, o que tornaria mais dificil renegociá-lo) porém, a matriz Italiana, que aprova por ultimo as licenças, recebeu o documento para a autorização da publicação desses mangás, e não quis assinar, como já haviam dois volumes em circulação, ele assinou a autorização de um Volume normal (dividido em dois) e se negou a autorizar a publicação do restante porque para eles, assinar isso seria atestar que "eu fulano de tal quero perder dinheiro"; e nega a assinar tal documento.

A editora tem o material já para trabalhar até o final de Peach Girl, e Éden até o volume nacional de numero 28. porém, sem a autorização da matriz não podem fazer nada, se lançarem mesmo assim, seria como se lançassem um material pirata no mercado. Sobre as ameaças de processarem no PROCON, falaram que é bastante válido, principalmente para fazer os "chefões" entenderem que mangás seriados não se devem cancelar por N motivos, e também para fazê-lo voltar a publicação; porém já avisaram que existe a probabilidade de ocorrer o mesmo com Akira, cancelado pela Ed. Globo e com uma ação foi obrigada a continuar; mas não continuaram da mesma forma, o mangá com formato de HQ foi lançada em tiragens reduzidas, preço elevado (por causa da tiragem pequena) e distribuição bastante limitada, então já é bom o pessoal que gosta do mangá já se preparar para o acaso disso acontecer (como vendas apenas pela internet, ou só por encomenda, e meios mangás a preço bem elevados (a Beth chutou uns 30 reais por meio tanko para citar como exemplo).

Então a Elza voltou a falar da história de Peach Girl, de como ela conheceu o mangá, que quando ela entrou para trabalhar ainda não existia um "Planet Manga" (o Planet Mangá consistia nela sozinha) e já estava próximo ao volume 12; contou que depois de alguns volumes, ela acabou se apegando ao título, e quando ouviu falar que iam cancelar solicitou que não o fizessem por se tratar de uma história fechada, que os fãs iriam reclamar e tal; dai fizeram a proposta: se ela queria tanto que continuassem, que ela fizesse por "merecer" ela deveria de algum modo fazer as vendas aumentarem (a Beth abre parenteses comentando que isso era obrigação do pessoal de marketing, não da produção). dai foi ela postar em fóruns avisando que podia cancelar, pedindo para que o pessoal comprassem etc e tal... mas não deu certo, e o mangá foi cancelado pela primeira vez. Houve um alvoroço, a editora "temeu" e tentou voltar ao licenciamento, mas o licenciante não cedia, até chegar o momento do ínicio da resposta inicial da Beth, o mangá voltou, mas a matriz não aceitou que continuassem. A terceira pergunta foi sobre como os contratos aconteciam, quais os valores, termos, tiragens, etc.

Nessa a Elza interrompeu brincando ao falar "pô, tambem não quer mais nada né? não quer a chave do cofre tambem?" A Beth respondeu que o setor de produção não tem contato direto, só têm uma noção de como acontece os licenciamentos, valores só o setor de marketing sabe, e não divulga para mais ninguem (é algo bastante sigiloso) a resposta definitiva foi que: existem dois agentes, um representando a Editora Panini e um outro representando a editora do autor do mangá, nessa conversa é definido valores, tiragens iniciais, formato, e tudo mais..

Depois perguntaram sobre os lançamentos para o ano de 2008, principalmente Trigun Maximum por terem anunciado em Julho e até agora não terem lançado. Nesse caso o impasse ocorre porque o licenciante não gostou nada de terem dividido o mangá inicialmente, e não quer autorizar ainda a publicação de Trigun Maximun, a editora chegou a argumentar que o problema já foi contornado, que já publicaram como queriam inicialmente, e até promoveram um recall p/ recolher as edições que não foram aceitas, tentando convencê-lo a autorizar o mangá citado (e eles podem fazer isso, uma vez que o mangá é deles, o que mais ocorre é a demora na aprovação de capa, mas nesse caso foi por causa da cagada em dividir os "dobro-tankos" ao meio.

Então os lançamentos: foram anunciados os seguintes mangás: todos receberam uma resenha. De Shoujo: Galism (comédia), Sunadokei (cuja tradução do titulo seria relogio de areia, ou ampulheta como é chamada por aqui, mangá voltado ao drama, substituindo karekano); Kare First Love (O Primeiro amor de Kare)(romance colegial, comédia, uma garota inexperiente no amor acaba se encvolvendo amorosamente com o garoto mais lindo do colégio, e não consegue acreditar que tal "deus grego" esteja ali com ela), Colégio Ouran Host Club; que fala sobre um clube extra-curricular (como vários outros clubes emn escolas japonesas, tem clube de tennis, kendo, e até grupo de estudos da arte moderna visualmente dirigida) só que esse clube é um clube de hosts, de "anfitriões" seu objetivo é o de atender as "fantasias" das garotas (não eróticas) no caso seriam mais para "fã-services" e no meio da turma uma garota assexuada que tem que agir como garoto, e atender às garotas que frequentava os eventos do grupo.

De Shonen vem apenas o Full Metal Sigma, uma continuação direta aos acontecimentos da série original.

de Seinen: Seton, mangá biográfico que conta sobre o naturalista que morou nos Estados Unidos durante os anos de 1860 até inicio do século 20, que entre outras coisas fundou o escotismo nos EUA, e a conciência ecológica na América do Norte, ótimo para quem curte ecologia e coisas do tipo; no primeiro volume conta sobre a "guerra" que os americanos travavam contra os lobos, exterminaram a grande maioria até ficarem praticamente extintos. Em Homúnculos, um mangá com tema mais pesado, conta sobre experimentos com cobaias humanas, nele, por exemplo, um cientista contrata um morador de rua por certa quantia de dinheiro, para deixar que ele inserisse um objeto dentro do cérebro dele, acreditando que assim ativaria alguns poderes sobrenaturais. Mencionaram tambem o mangá Record of Loddoss War - A Dama de Pharis em formato de livro, que também está aguardando aprovação, por se tratar de um formato novo para a Panini.

A última pergunta foi sobre a possibilidade de ter mangás de esporte na Panini. Foi respondido que mangás de esporte são mais dificeis de sugerir ao pessoal do marketing, porque a grande maioria são muito longos, e são mangás que não se pode ter certeza que irão aguentar diversas renovações de contrato, fora que já tem 4 mangás "infinitos" na Panini (Naruto, Gantz, Bleach e Berserk), o risco de um mangá esportivo cancelar por baixas vendas é o principal medo que a editora tem ao tentar licenciar um mangá desse tipo. A entrevista durou no total uma hora e 7 minutos.


Agradecimentos ao Vincent, que foi na coletiva e nos cedeu as informações
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{Animes} - ESCAFLOWNE

Por Olli Joe | 3/10/2008 12:15:00 AM | , ,

The Vision Of Escaflowne é um anime de 1996, criado pela Sunsire Na minha humilde opinião, um dos títulos clássicos que faz parte do Hall da Fama dos Animes.

Escaflowne tem um total de 26 episódios, pertence ao gênero dos "mechas". Na sua interessante e envolvente trama, Hitomi, uma atleta colegial (que tem o dom de ver o futuro), descobre um novo mundo, escondido aos nossos olhos. Ela é transportada para o mundo de Gaea, um planeta que está ao lado da Terra, mas numa espécie de universo paralelo. Aos cuidados de Van - Rei da Fanelia, ela descobre o novo mundo. Envolvida diretamente na vida dos personagens que ela encontra pelo caminho, ela se vê num confuso emaranhado amoroso, fora a guerra dos Guymelefs(mechas medieval semelhante a uma armadura) que se trava por toda a história.

A ambientação medieval dá um tom bastante romântico a história que já tem de fundo uma história de amor. Mas o destaque fica para o lado político e bélico da trama. A primeira vista Escaflowne parece uma simples novela, mas no entanto é bastante rico e o que parecia não passar de um romance de adolescente, acaba por se transformar numa aventura emocionante com várias situações inusitadas. Aborda vários valores importantes, já tão esquecidos pela nossa sociedade, como a força vontade, a coragem e o "objetivo" (propósito). No âmbito político, a disputa entre reinos evidencia a dificuldade que é governar e tomar decisões por todo um povo, e seus rápidos e as vezes catastróficos resultados.


No meio da guerra dos avançados veículos Guymelefs, nasce o triângulo amoroso de Van + Hitomi + Allen que é apenas o eixo para outros laços afetivos com outros diversos personagens, formando várias outras mini-histórias. Uma clara intenção do autor de mostrar o quanto as pessoas estão ligadas umas as outras, e que os sentimentos podem ser mais fortes que guerras, ambições políticas, golpes, etc. Os personagens são deveras cativantes, com personalidades fortes, destemidos, e até obstinados pelos seus desejos, uma força de vontade descomunal que faz cada um parecer até mais forte do que sejam. O lado humano bastante aflorado, seja para bons sentimentos, ou maus sentimentos.


A ambientação é muito bonita, como disse antes, o cenário medieval contribui para o lado romântico, mas também é o lugar ideal para cenas de batalhas, que são realmente grandiosas. Os Guymelefs cortando o céu e passando entre as florestas é simplesmente sensacional. E por falar no mechas, eles são criaturas fantásticas, harmoniosamente ligados a seus mestres. A trilha sonora se mostra muito agradável ao longo de todo o anime, e nos capítulos finais, ela fecha maravilhosamente com músicas orquestradas. Nada se comparado ao filme, que enche os ouvidos de belos efeitos sonoros. O anime é sensacional, e quem não viu, procure, porque vale cada segundo diante da tela.


Abertura do Anime



Escaflowne - O Filme

O Filme tem aspectos diferentes, porque foi feito como o diretor gostaria que fosse a série, então ele aproveitou pra usar os elementos que sempre quis. E o que dizer do resultado final ?! É assombroso, é muito bom, se você gostou da série, o filme será algo surpreendente e inesquecível. A cena inicial é de tirar o fôlego e tudo que os fãs sempre quiseram ver na série.

A história condenssada e melhorada de forma lógica uni-se ao fenomenal aspecto gráfico, conferindo uma experiência emocionante ao espectador. O filme é mais adulto, mas sombrio e sanguinário, não deixando de ser profundo e belo.


Trailer do Filme




Concluindo...
Escaflowne em si é uma obra singular, com uma grande carga dramática, muito original e capaz de emocionar assim como arrancar gargalhadas. Escaflowne é cativante e mágico.

O Crítico - Dokuro-chan: pipiru piru o que?

Por O Crítico | 3/06/2008 05:45:00 PM | , ,

Senhoras, senhores, e corinthianos fregueses (chuuupa gambá!), chega mais uma vez o seu querido e estimado Crítico com mais um texto, e dessa vez sim, vou baixar o cacete em mais um título mais ou menos (esse mais pra menos do que pra mais) do mundo do desenho japonês. Apertem os cintos, e tenham uma boa viagem.

Considerações iniciais: Dokuro-chan, ao qual, a partir de agora, me referirei só como Dokuro fez um relativo sucesso durante um tempinho tanto lá no Japão quanto aqui. Em 2006/2007 era comum vermos nos eventos vários estandes e salas de exibição mostrando esse negócio, e com respaldo do público acompanhante. O que eu acho de Dokuro? Bom...

História: Dokuro é uma "anja" (entre aspas MESMO, pq se ela é anjo, então o capeta deve ser um paizão) que está a cargo de proteger (bem...e nessa parte da missão ela é pééééssima) um rapazinho de nome Sakura (é, o projeto de mestre Kame tem nome de mulher) cujos hormônios entram em ebulição constantemente (sacaram porque "projeto de mestre Kame" agora?) seja por causa de sua imaginação, seja por causa da própria Dokuro. Na verdade, a missão principal de Dokuro é impedir que Sakura vire um cientista, já que no futuro, o danado constrói uma máquina que... (segurem-se) deixam as mulheres 12 anos! Sim, elas simplesmente param de crescer!

Aí vem a pergunta: "opa, então há pedofilia no anime? "A menos que você seja um babaca radical e de mente fechada, sim. (off: viram o jornal da Igreja Universal dessa semana? Aquilo é RIDÍCULO!). No máximo, há pequenas incitações de menininhos e menininhas, mas nada que alcançe o cunho da pedofilia, ou algo de tanta imoralidade assim. Voltando para a história: Sakura é apaixonado por uma amiga de classe, mas isso é só um detalhe, já que o tema amor não é explorado no desenho. Ok, e qual é a "marca registrada" de Dokuro? A simpática clava Excaliborg, que vira e mexe acerta a cabeça de Sakura, matando-o. Sim, matando-o.

Entretanto, ao recitar um encantamento (que, de onde meu pai vem, se chamaria de outra coisa...), o jovem aprendiz de Jiraya volta à vida, para, mais tarde, perder a cabeça novamente (e em sentido literal). Mais tarde aparece uma rival de Dokuro, e que também quer dar um coro em Sakura, mas também não é algo muito aprofundado. Ah, e só pra saber: o Sakura do futuro se torna pedófilo, sim. Acontece que até onde eu sei (portanto, não é muito) a maioridade sexual no Japão é...bem...13 anos. (WTF!?!?) Se isso já tiver mudado, avisem.

Personagens: a trama gira muito em torno de Sakura e Dokuro. Outros personagens são menos significantes (o que é um tremendo ponto negativo, dos muitos que há em Dokuro).

Kusakabe Sakura é um garotinho muito "pra frente" (quase promíscuo eu diria), que é louco por sua colega de classe (sentimentalmente falando. Agora, se formos pro outro campo da coisa, aí a história muda um pouco), e que deseja se tornar um cientista no futuro.

Para impedí-lo, Dokuro, uma "anja" do futuro vai morar com ele. Energética, pirada, mas muito popular entre os rapazes da escola (que frequenta junto com Sakura). O fato de morarem juntos deixa os outros rapazes com muita inveja do "coitado" do Sakura. Excaliborg é quase um personagem a parte em Dokuro-chan. É uma clava coberta de espinhos (e na maior parte do tempo, coberta com o sangue do Sakura também), que Dokuro usa basicamente pra 3 coisas: matar, reviver e matar de novo.Ah, e tem uma parte em que ela usa para transformar um babaca da classe num macaco.

Andamento e evolução: repetitivo, enjoativo, e nem um pouco inteligente. Dokuro é basicamente um anime de comédia, com uma (grande) pitada de humor sexual. Até aí não teria nada de mais; só que as piadas são sempre as mesmas; algumas vezes só contadas de outra forma. Dokuro dá na cabeça do Sakura, revive o Sakura. Dokuro envenena o Sakura, e depois o revive. Dokuro carboniza Sakura, e depois o revive... e por aí vai. Nada que faça você lembrar do anime por uma piada bem contada, ou por um momento de iluminação cômica do autor.

Outras características: a parte técnica de Dokuro até é bem feita. Bons traços, boas cores, etc e tal, embora existam alguns momentos em que a qualidade da animação despenque, e até os menos atentos conseguem notar. A dublagem também não é ruim, as vozes ficaram na medida, sem exageros, embora a voz da Dokuro me irrite muito quando ela pronuncia o tal encantamento (parece que ela tampou o nariz pra falar). Nada de muito relevante pra falar.

Músicas: ruins. Mas falemos só da abertura, porque ela fez mais sucesso. " Pipiru piru piru pipiru pi " só de imaginar esse verso, já dá pra se ter uma idéia do que diabos é a abertura de Dokuro-chan. ( olha só..."piru " na minha terra quer dizer OUTRA COISA) Além disso, a música é basicamente composta de: " Eu te amarro, te pisoteio, te bato, te explodo, te chuto, te escravizo, mas é assim que demonstro meu amor ". Em alguns versos, só muda o que ela faz, ou a ordem do que ela faz, e aí passamos ao pipiru piru...

Considerações finais: chato, repetitivo, exagerado, burro... RUIM. Isso é Dokuro. As piadas são exageradas, repetitivas, na maioria das vezes sobre algo relacionado à sexo, sangue jorrando pra lá e pra cá (e ainda sou obrigado a dizer que é comédia...), previsível, etc. Na verdade, parece que é mais um insulto à inteligência de quem assiste.

A história é muito fraca, sem desenvolvimentos, repleta de pontas soltas, com um finalzinho meia-boca. Você vai acabar de ver Dokuro, e se perguntar: "e...? "A boa notícia é que é um desenho curtinho, só 12 episódios.

Resumindo: fique longe! Mas se a tentação de ver meninas de 12 anos incitando ao sexo for grande demais pra você resistir, certifique-se de que fez uma lobotomia...nesse caso, pode ser que você ache-o um bom anime.

Nota: 40/100

É isso aí, madames. Depois de um ótimo fim de samana (hahaha! Chupem essa manga, time da marginal! Porque freguês bom é freguês fiel!!), refleti muito para usar Dokuro como piñada...digo, como tema da semana. E se me permitem, quero encerrar a coluna de hoje com uma musiquinha:

"Boi boi boi
Boi da cara preta
Vai jogar na segundona com roupinha violeta! " (o último verso pode ser substituído por " o clássico da segundona é Gambá e Ponte Preta!")



Adièu e Passar bem.



O Crítico